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21/05/2017
A DEFESA DO EVANGELHO DA GRAÇA

Texto: Gálatas 2.1-21

I – Introdução
No dia último domingo de abril iniciamos a exposição da carta de Paulo aos Gálatas. Naquela ocasião vimos “as más notícias sobre as boas novas”. Nestas más notícias sobre as boas novas, o apóstolo Paulo afirmava a sua autoridade, expressava a sua aflição e sua convicção no evangelho anunciado por ele. Depois, no dia 14 de maio, falamos sobre “a natureza do evangelho”. Vimos que o evangelho tem uma origem divina e tem uma ação transformadora.

II- Narração
No texto (Gl 2.1-21), o apóstolo continua a defesa daquilo que ele tinha ensinado nas igrejas da Galácia. Neste ensino ele apresenta a defesa do evangelho da graça de Deus.

III – Tema: A defesa do evangelho da graça
Quando o evangelho da graça precisa ser defendido?

1) Quando a liberdade cristã é colocada em risco (2.1-10; v. 4)
As igrejas da Galácia estavam sofrendo a influência de judeus cristãos. O ensino destes falsos irmãos exigia dos gentios convertidos uma obediência à Lei como condição para salvação. Este assunto foi tratado pela igreja em Jerusalém (Atos 15). Na visão de Paulo seria um retrocesso, uma volta  à escravidão (v. 4).
O evangelho da graça nos trouxe liberdade. Somos livres em Cristo. É verdade que não devemos usar da liberdade que temos para dar ocasião à carne. Mas, a salvação de nossas vidas, é inteiramente efetuada pela graça do evangelho e não pelo cumprimento de normas e regras. Ver I Cor 6.12.

2) Quando a dissimulação entre em cena (2.11-14)
O apóstolo Paulo relata a visita e o comportamento de Pedro em Antioquia. Entre os gentios Pedro tinha um comportamento. Com a chegada dos judeus de Jerusalém, seu comportamento muda. Paulo não aceita e confronta seu companheiro de apostolado. Ver o texto de Mc 7.14-23 quando o Senhor Jesus mostra o que contamina o homem.

3) Quando há imposição da justificação por obras da Lei (2.15-21)
Não há nada que possamos fazer para a salvação de nossas vidas. Não somos justificados por obras da lei. Somos justificados pela fé no sacrifício de Jesus Cristo. A pregação dos judaizantes era que a salvação só seria alcançada mediante o cumprimento das obras da lei. Paulo defende o evangelho da graça mostrando que somos justificados pela graça contida no evangelho.

IV – Conclusão
Que Deus nos dê coragem na defesa do evangelho da graça. Que o Senhor nos livre de espreitar a liberdade que temos em Jesus Cristo. Que usemos esta liberdade, alcançada com tão alto preço, com muita responsabilidade. Defendamos sempre o evangelho da graça, para que, com a graça, pratiquemos as obras da lei.

(Síntese da mensagem proferida pelo Rev. Ailton em 21 de maio de 2017, no culto vespertino)

 

 
 
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