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21/08/2016
A FIDELIDADE DE JOSÉ DO EGITO

Texto: Gênesis 50.15-21

I – Introdução

As Escrituras apresentam nosso Deus entrando em aliança com seu povo. Aliança é um “acordo” entre duas partes. No caso, o próprio Senhor se compromete a seu o Deus de seu povo, sendo que este se compromete a obedecer às exigências da aliança ( Ex 19.5-6; 24.3, 7,8). Só que algumas vezes, mesmo sendo fiel, é possível experimentar problemas e crises. Em momentos assim, é praticamente inevitável passar pela cabeça de qualquer pessoa que se esforça para viver em aliança com Deus, mas enfrenta crises, até que ponto vale a pena conservar a fidelidade em tempo de crise. De fato, é muito difícil entender situações desta natureza. Por que Deus permite que seus filhos sofram, algumas vezes inocentemente?

Eis aí um questionamento muito sério que não tem resposta fácil. A Bíblia não se preocupa em responder a todas as perguntas. Mas apresenta de maneira concreta exemplos de pessoas que, mesmo em sofrimento não merecido, mesmo com dúvidas, mesmo com lágrimas, foram fiéis até ao fim. É o caso de José, filho de Jacó, popularmente conhecido como “José do Egito”.

II – Narração – Narrar, em poucas palavras, a história de José....

III – Tema: A fidelidade de José do Egito – duas reflexões:

1) Coisas ruins podem acontecer com pessoas boas

A história de José é bastante triste. Filho “quase” caçula de Jacó, era o preferido do pai, por ser filho de Raquel ( na verdade, Benjamim era o caçula propriamente, o único irmão de José por parte de pai e de mãe). Não se pode esquecer que, conforme cultura da época, naquela sociedade patriarcal um homem podia ter mais de uma esposa, além da concubina da esposa, isto é, outra mulher que não desfrutava do status  de esposa, mas que dava filho ao líder do grupo. Assim, José tinha os meio irmãos. A predileção de Jacó por José provoca ciúmes e ódio aos seus meio irmãos. Ele acaba vendido como escravo indo parar no Egito. Sua história mostra como coisas ruins podem acontecer com pessoas boas. Na verdade, José não fez nada para merecer o sofrimento que teve. Não é nem um pouco difícil imaginar  a angústia que José sentiu a esmagar seu coração, a saudade do pai, as lágrimas que derramou sozinho, no escuro de uma cela fria nas madrugadas, enquanto orava e pensava que suas orações não tinham resposta...

2) Pessoas boas mantêm a fidelidade em tempos ruins

Como agir frente ao sofrimento não merecido, que talvez possa dura anos e anos, tal como aconteceu a José? A história dele nos mostra a importância de se manter a fidelidade ao Senhor em tempos de crise. Mesmo quando nada parece fazer sentido. Mesmo quando os céus parecem fechados e Deus parece distante. Mesmo quando as lágrimas constantemente molham o rosto. Pois é muito fácil para qualquer um dizer que é crente e fiel ao Senhor quanto tudo está bem, quanto a conta do banco não está no vermelho, quando a saúde não está abalada, quando os filhos estão bem encaminhados na vida, enfim, quando se está num “mar de rosas”. Difícil é louvar ao Senhor, como o profeta Habacuque expressou muito tempo depois de José, quando tudo está difícil, confuso e perigoso ( Hc 3.17-19). A história de José mostra-nos que pessoas boas podem manter a fidelidade mesmo em tempos ruins.

IV – Conclusão/Reflexão: 1) A história de José e de Jó nos mostra que algumas vezes é possível sofrer sem ter feito nada para merecer o sofrimento. Sendo assim, por que é tão divulgado em nosso tempo um ensino que associa todo e qualquer sofrimento ao pecado e/ ou falta de fé?

Deus escreve certos por linhas tortas?

 
 
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