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Lucas 2. 11
 
 
 
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31/07/2016
REALIDADES DO REINO
MENSAGEM DOMINICAL - GF
REALIDADES DO REINO
TEXTO:  Mateus 13. 24-43
EXÓRDIO
O Senhor Jesus nos ensinou na oração dominical, entre outros pedidos a orar “Venha o teu Reino”. Interessante o pedido uma vez que ele mesmo disse que o Reino de Deus, em Sua pessoa já está presente (Mt 4.17), fazendo coro à pregação de João Batista.
O Reino já é presente, mas ainda não em sua plenitude – “já, agora; e ainda não”. Como é o Reino presente? E, como será quando se instaurar plenamente?
 
EXPLICAÇÃO:
Outras três parábolas do Reino são propostas por Cristo (cf. a primeira: Parábola do Semeador), e uma delas é por ele explicada (joio) apenas aos discípulos. A explicação é: quem semeia: o Filho do Homem; O campo: o mundo; A boa semente: os filhos do Reino; O joio: os filhos do Maligno; O inimigo: Satanás; A ceifa: a consumação do século.
Jesus conhecia bem os problemas da presença do joio numa plantação de trigo. Utiliza desta linguagem para falar sobre as realidades do Reino de Deus. Também, uma hortaliça conhecida por Cristo é usada como exemplo para falar dos mistérios do reino: o grão de mostarda, cujo entendimento e explicação não merecem conhecimento profundo de botânica. Aliada a esta parábola, a do fermento traz reforço ao que o Reino de Deus é e como age.
 
TEMA: REALIDADES DO REINO
1)    O REINO DE DEUS É ONDE JOIO E TRIGO CRESCEM JUNTOS
Os discípulos estavam ansiosos por expulsar de sua companhia os seguidores regulares de Cristo (Lc 9.49, 50), dispostos demais a explodir em ira e controvérsia mesmos contra seus condiscípulos. Jesus está tratando de uma impaciência muito comum nos relacionamentos – excluir o diferente. Muito mais fácil. Mas afirma que ambos crescem juntos. Na explicação da parábola fica assim estabelecido que o trigo são os filhos do reino. A grande questão é: quem é o joio? Quem são os filhos do maligno que crescem junto com o trigo no Reino de Deus E como distinguir entre ambos, joio e trigo? R. N. Champlin afirma:
“Somente pelos resultados do caráter do indivíduo é que podemos saber ao certo qual a sua natureza. Também devemos notar que o fruto do joio não é somente inútil para a alimentação, como também é nocivo.”
Agora, portanto, no Reino não é tempo de separação, mas de aceitação e de misericórdia e acolhimento dos pecadores, da conversão proposta a todos, da libertação dada aos escravos do pecado – pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.
 
2)      O REINO DE DEUS É LUGAR DE TRANSFORMAÇÃO
Vejam o ensino do Cristo sobre as parábolas do grão de mostarda e do fermento. A semente do Reino é uma sementinha colocada no coração humano, um fermento escondido na massa. Mesmo que de forma pequena, insipiente, algumas vezes até insignificante, o Reino começa e se expande. Essa é a loucura que o mundo não aceita. Como um Reino tão imenso como o de Deus começa tão pequenino, inicia-se pela pregação de humildade de um Rei sem trono?
Mas olhem para o resultado: a missão transformadora do Reino, de Cristo em relação ao mundo. Não importa o tamanho da semente, nem a quantidade de fermento e da massa de farinha – elas devem transformar, mudar o ambiente, influenciar pelo poder do seu caráter a ponto de permear o mundo inteiro, capaz de mudar o caráter do mundo.
 
3) HAVERÁ UM MOMENTO DA SEPARAÇÃO ENTRE O JOIO E O TRIGO
Afirmamos que hoje é dia de aceitação, de acolhimento, de transformação – típicos do Reino. Que joio e trigo crescem juntos e transformam. Jesus, mais uma vez, surpreende ao dizer que antes do juízo final haverá um momento de espera, durante o qual será preciso exercer paciência, até o dia da grande consumção. A grande consumação era uma questão de realidade futura: um momento em que se separará o joio do trigo.
Não somos nós que julgamos o joio e o trigo. Pertencer a uma comunidade de fé não é a garantia. Não somos nós que devemos estabelecer quem é quem. Mas precisamos estar prontos, preparados, pois não sabemos quando será a colheita!                Se for hoje, amanhã, estamos prontos?
 
(JICJ – mensagem proferida no culto vespertino da IPA no dia 31 de julho de 2016)
 
 
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