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13/09/2015
A VERDADEIRA COMUNHÃO CRISTÃ

Texto: Filipenses 1.1-11

I – Introdução
Afirmamos no Credo Apostólico: “Creio na Igreja Católica.... na comunhão dos santos”. De fato a Igreja de Jesus Cristo é católica no sentido de ser universal, isto é, está presente no mundo todo, e, no mundo todo, há uma comunhão de todos aqueles que creem em Jesus Cristo.

II- Narração –
A carta de Paulo aos Filipenses possivelmente foi escrita da prisão na cidade de Roma. Paulo está preso aguardando julgamento. Escreve esta carta aos cristãos da cidade de Filipos, irmãos que sempre foram especiais no ministério de Paulo. Na abertura da carta o apóstolo demonstra que, mesmo longe, desenvolve com eles uma verdadeira comunhão cristã. A comunhão cristã é capaz de superar o tempo e a distância. Ela não é quebrada facilmente.

III- Tema: A verdadeira comunhão cristã

Paulo usa três ideias que descrevem:

1) A presença na memória (vs. 3-6)
É impressionante ver Paulo pensando nos outros e não em si mesmo. Enquanto aguardava seu julgamento em Roma, os cristãos de Filipos lhe veem à memória, e ele se alegra com as recordações. Com certeza, lembra de Lídia a senhora que depois de aceitado a Cristo acolheu Paulo em sua casa. Lembrou da jovem adivinhadora liberta pela palavra de Paulo. Lembrou da surra que levou e da posterior prisão. Lembrou também do louvor na prisão, juntamente com Silas. Lembrou do terremoto que sacudiu os alicerces da prisão. Lembrou da conversão do carcereiro e da forma carinhosa que foram tratados na casa deste. A verdadeira comunhão cristão pode estar presente em nossa memória. Vale a pena perguntar: “Será que somos o tipo de cristão que traz alegria ao pastor quando se lembra de nós”. A nossa comunhão pode ser evidenciada em nossa lembrança, em nossa memória?

2) A presença no coração (vs. 7-8)
Paulo está longe da Igreja de Filipos. Mas, a distância não pode destruir a verdadeira comunhão cristã. Ele traz a Igreja em seu coração. Tem saudades dos irmãos de Filipos. Ele carrega estes irmãos em seu coração. Está longe, mas em plena comunhão com seus irmãos. Às vezes, estamos perto, sentamos no mesmo banco da Igreja, mas não temos uma comunhão plena com nossos irmãos. Precisamos atentar mais para o desenvolvimento de uma verdadeira comunhão cristã na Igreja.

3) A presença nas orações (vs. 9-11)
A comunhão cristã se intensifica quando oramos uns pelos outros. Paulo, além de trazer os cristãos de Filipos na memória, no coração, também os apresenta diante de Deus, para que cresçam em amor em pleno conhecimento e toda percepção. A verdadeira comunhão cristão transcendo o tempo e o espaço. Podemos afirmar em alto e bom som: “Cremos na Igreja Católica, na comunhão dos santos....

IV – Conclusão – Como Igreja, somos chamados a intensificar cada vez mais a comunhão cristã. Seja na memória, seja no coração, seja nas orações.

 
 
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