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08/03/2015
A PRÁTICA DO DÍZIMO

SERMÃO DOMINICAL - GF

TEXTO: Malaquias 3.6-12

Falar do dízimo atualmente tornou-se difícil. Os erros e exageros que vemos por aí, fizeram com que nos sentíssemos acuados e não falamos mais sobre o assunto. No entanto, precisamos relembrar o tema.

Malaquias foi contemporâneo de Esdras e Neemias. Estes trataram de corrigir o erro apontado por aquele (cf. Neemias. 13. 10-14)

 

TEMA: A PRÁTICA DO DÍZIMO

1) NO ANTIGO E NO NOVO TESTAMENTO

Abraão foi o primeiro crente a dar o dízimo: Gn 14.20 - reconhecimento das bênçãos de Deus sobre sua vida, num ato voluntário e espontâneo. Jacó, depois uma grande experiência com Deus, fez um voto ao Senhor que incluía a devolução do dízimo (Gn 28.18-22).

Na lei: Lv 27.30 e Nm 18.21 - sustento dos da Tribo de Levi, que cuidavam do Templo e também deveria ser usado para amparar viúvas, órfãos e carentes (Dt 14.28, 29).

No Novo Testamento a palavra dízimo aparece apenas três vezes: Mt 23.23; Lc 18.12 e Hb 7.1-10. Não foi tratada como exigência legal, pois o NT trata da libertação da lei e do estabelecimento da graça. Assim, o NT fala de contribuições em geral. 

O apóstolo Paulo, em duas passagens (1 Co 16.2 e 2 Co 9.7) ensina que as contribuições:

a) Devem ser metódicas: no primeiro dia da semana;

b) Devem ser pessoais: cada um de vós;

c) Devem ser voluntárias: segundo tiver proposto no coração;

d) Devem ser proporcionais: segundo a sua prosperidade;

e) Devem ser apresentadas com alegria: “não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama a quem dá com alegria”.

 

2) COMO COMPLEMENTO DE OUTRAS PRÁTICAS 

Os textos do Novo Testamento, sobretudo Lucas 18.12 e Mt 23.23, ensinam as práticas mais importantes: a justiça, a misericórdia e a fé. Dar o dízimo e negligenciar essas práticas é hipocrisia. 

Mas Jesus não anula a entrega do dízimo: “devíeis fazer estas coisas sem omitir aquelas”.

Jesus condena o legalismo, mas amplia e aprofunda os princípios do Antigo Testamento. Dar o dízimo sem a prática da justiça, da misericórdia e da fé é legalismo.

 

3) A PRÁTICA DO DÍZIMO... COMO BÊNÇÃO

Contribuir com o dízimo e com ofertas é dever de todo membro de igreja. Como organização, instituição que congrega o povo de Deus, ela precisa de recursos financeiros para funcionar. Assim, quando a igreja dispõe de mais recursos, mais pessoas são beneficiadas. Com mais recursos há mais e maiores possibilidades: missões, plantação de igrejas, assistência aos necessitados. 

Sobretudo, a fidelidade no dízimo é bênção para a sua vida: “As maiores bênçãos estão reservadas para quem contribui” (Rev. Adão Carlos). A nossa contribuição será recompensada com as bênçãos de Deus. E não podemos ter medo nem receio de dizer e de acreditar nisso: “provai-me nisto, diz o Senhor... (ler vv. 10-12).

A fidelidade no dízimo é bênção para a igreja: o Rev. Américo Ribeiro diz que o dízimo é a contribuição mínima do crente. 

 

CONCLUSÃO:

Você tem alguma experiência com relação à fidelidade no dízimo? 

Está lançado o desafio: “provai-me nisto...”

 

(Pregado pelo Rev. Jabis no dia 8/3/2014 na IPA)

 
 
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