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05/02/2015
A PRÁTICA DO DÍZIMO – FRUTO DO AMOR A DEUS E À SUA OBRA

No 2º domingo de cada mês nossa Igreja tem o privilégio de devolver seus dízimos e depositar suas ofertas no gazofilácio. Chamamos este momento do culto de “Marcha da Fidelidade”.

                Nesse momento, passagens como Levítico 27.30, Malaquias 3.8 e Mateus 23.23, vêem à nossa mente:

 

Levítico 27.30Também todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do SENHOR; santas são ao SENHOR.

Malaquias 3.8-10:  Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.  Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda.3.10   Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.

Mateus 23.23: Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!

 

                Estas passagens falam da devolução do dízimo (do latim decimu – a décima parte) para Deus, calculados sobre o que se ganha com salário ou renda. Cristãos do mundo todo devolvem esses 10% à Igreja. Pelo ensinamento bíblico, nosso dízimo não deve ser administrado por nós. Ele deve ser depositado na “Casa do Tesouro” – na tesouraria da Igreja, e ser administrado por aqueles que são investidos para tal finalidade. Aprendemos que há bênçãos de Deus reservadas para aqueles que lhe são fieis também nesta ação: Ele promete derramar bênçãos sem medida. Por fim, observamos que o Senhor Jesus ensinou a atrelar à prática do dízimo a prática da justiça, da misericórdia e da fé, valores essenciais do Reino.

                A Palavra do Deus que é fiel é clara: 10% de tudo aquilo que Ele nos dá devemos devolver, alegre e espontaneamente, pois assim, Ele nos abençoa na administração dos 90% restantes, fazendo-os multiplicar!

                Mas, para onde vão os valores arrecadados? – você pode perguntar. Com o dízimo a Igreja paga a água, a luz, o telefone e proporciona a manutenção do templo e da obra, faz investimentos na ação social (3ª idade, viúvas, órfãos, crianças em situação de risco etc.), na evangelização e em material didático, além de auxiliar na implantação de novas igrejas e na côngrua pastoral. Como se pode notar, muita coisa séria é feita com o dízimo. Com ele, a igreja cresce!

                Não sei se você sabe, mas as Igrejas também são dizimistas! – ou pelo menos devem ser. Elas também são dizimistas! Devem enviar ao Supremo Concílio mensalmente o seu dízimo! E delas se exige a mesma fidelidade de um membro da comunidade local.

                Lembre-se: dízimo não é taxa nem mensalidade, não é imposto nem obrigação. É um gesto tanto de compreensão em relação à Palavra quanto de obediência a Deus. É um gesto de amor para com o Deus que permanece fiel e de compreensão da grandeza do Seu Reino. Em Lucas 8.3 vemos que até Jesus se servia da ajuda financeira das pessoas para sustentar o seu ministério.

                Se o salário é o fruto do seu trabalho, o dízimo é o fruto do seu amor. E, claro, uma questão de confiança, fidelidade e perseverança! 

 

(Rev. Jabis Ipólito de Campos Junior – pastor da IPA)

 
 
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